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Jacqueline Legrand COO MDS Group
10.10.2017

Desenhar programas de seguros globais relevantes

Fazer negócios no estrangeiro traz oportunidades tremendas, mas também riscos significativos.

Quando lançamos operações locais em vários países, vendemos produtos internacionalmente através da Internet ou destacamos colaboradores para trabalharem no mundo inteiro, estamos, de algum forma, a fazer negócios internacionais. 

Quando assinamos contratos com fornecedores, parceiros, clientes, senhorios e bancos estrangeiros, temos de nos assegurar de que os seus programas de seguros de responsabilidade civil respeitam as leis e as regulações locais. A crescente aplicação de regras e regulações no mundo inteiro significa que é preciso um esforço constante para nos mantermos a par da legislação.

Em matéria de seguros, ao longo da última década, existiu uma tendência crescente para o estabelecimento de programas de seguros globais sujeitos a coordenação central. O objetivo é atingir a uniformidade no que respeita às coberturas das operações internacionais de um grupo, e desenvolver um programa de seguros abrangente, consistente e em conformidade com a lei, que seja capaz de cobrir os principais riscos de forma rentável.

No entanto, se os nossos programas de seguro global não forem concebidos adequadamente, o resultado pode consistir em sinistros não cobertos, multas e processos judiciais contra a empresa e a respetiva gestão, o que poderá acabar por prejudicar as receitas, as operações e a reputação.

Os seguros internacionais exigem programas globais altamente personalizados que satisfaçam as necessidades de observância legal, cobertura e prestação de serviços locais de cada multinacional.

É fundamental contar com um segurador que tenha um alcance global, conhecimento especializado de subscrição de programas de seguros globais e serviços de sinistros globais. 

Além disso, é importante estabelecer parcerias com um corretor de seguros que tenha a experiência e o conhecimento para conceber, implementar e gerir programas de seguros globais e para assegurar uma coordenação fluída com todos os intervenientes.

O corretor tem de contar com um forte representante local que o ajude a compreender as práticas, as particularidades, o mercado e as leis e regulações da região. Ao mesmo tempo, os escritórios locais têm de ter a flexibilidade necessária para adaptarem a cobertura às necessidades particulares da subsidiária local, sem deixarem de cumprir as exigências da empresa mãe.
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