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MDS ÁFRICA

Foi em 2011 que a MDS arrancou com a operação em Angola. Hoje, a atividade neste mercado está consolidada. A MDS alargou a sua atuação a Moçambique e perspetiva‑se a expansão para novas geografias.

Para a MDS fazia todo o sentido estar em África, nos países de expressão portuguesa: "são mercados que conhecemos bem, culturalmente próximos e com legislação semelhante à portuguesa; mercados onde podemos crescer, mas também aportar valor e ser um broker líder de mercado como já somos em Portugal e no Brasil”, explica José Manuel Fonseca, CEO do grupo MDS.

"O projeto começou há cerca de cinco anos, num seminário sobre energia promovido pela Universidade Agostinho Neto em Angola”, conta‑nos Ana Cristina Borges, hoje CEO da MDS RE, o broker de Resseguro do grupo MDS.

Na sequência da participação de Ana Cristina e Tiago Mora, atualmente Diretor Técnico da MDS, "surgiram desafios que nos levaram a perceber que havia oportunidades interessantes em Angola para um corretor como a MDS”. Uma vez que já existia a vontade do grupo MDS se expandir para África, "o passo seguinte foi encontrar um parceiro local – requisito essencial – e arrancar com a operação”.


A aposta no mercado africano

José Manuel Fonseca explica‑nos: "A expansão da MDS para África foi um passo natural. Angola e Moçambique são mercados jovens e com grande potencial de crescimento. África é um continente de futuro, que está em transformação e vai ser uma economia particularmente importante nas próximas décadas. Expandimo‑nos para Angola e Moçambique numa lógica semelhante ao que já somos em Portugal – um broker que quer crescer com o mercado, mas também contribuir para o mercado crescer. Focamo‑nos no mercado local, em sermos um broker angolano e moçambicano, e não um mero intermediário. Posicionamo‑nos para sermos uma referência nestes mercados, com base numa vertente de consultadoria técnica muito forte, com valor acrescentado e um serviço inovador”. 

Por outro lado, José Manuel Fonseca afirma: "Existindo um forte investimento português nestes países, e tendo em conta a vasta carteira de clientes da MDS, temos no nosso portefólio inúmeras empresas que precisam de um serviço local de suporte às suas operações, pelo que faz todo o sentido acompanha‑los nessas geografias. A nossa visão é sermos uma referência nos mercados em que atuamos, pelos produtos, serviços, equipa, marca e recursos que disponibilizamos e pela relação de confiança com os seguradores”.


O alargamento da operação a Moçambique e ao resseguro

Ana Cristina Borges prossegue: "com os pedidos de colocação de seguros locais surgiram também pedidos de colocação de resseguro, uma vez que para Angola dispomos de autorização para ambas as vertentes. A operação foi‑se desenvolvendo e a dada altura entendemos que, não só pelo número de clientes que já tínhamos, mas também por questões de compliance, fazia sentido separar as operações de seguro direto e resseguro.” E assim nasce a MDS RE.

Este desenvolvimento leva à criação da MDS África, empresa holding participada pelo Grupo MDS e pelo seu parceiro angolano, ISEM, que integra todos os investimentos em África, e também a MDS RE.

No caso da MDS RE, a responsável refere: "Estamos a desenvolver a nossa atividade, tornando‑nos num corretor de resseguro de referência no mercado. Não fazemos só corretagem. Como empresa do grupo MDS temos também outras vocações, como a formação em resseguro, a realização de processos de due diligence e o apoio às seguradoras no desenvolvimento de novos produtos e linhas de negócio”.

José Manuel Fonseca fala‑nos também da "benjamina” do grupo, a MDS Moçambique. "Entrámos recentemente em Moçambique, em parceria com um sócio local, um grupo muito importante e que reforça o nosso compromisso de broker local neste mercado”, explica. 

"Tanto a operação em Moçambique como a de Angola são peças importantes da Brokerslink, a nossa empresa mundial de corretagem, reforçando a presença do grupo MDS na própria Brokerslink”.


Presente e futuro

Segundo José Manuel Fonseca, "do impulso inicial dado pelos colegas que estiveram no arranque do projeto ao momento atual de consolidação da operação, já percorremos um grande caminho. Continuamos a fazer um forte investimento no nosso projeto africano, nomeadamente através da alocação dos nossos melhores recursos.

O atual CEO da MDS África, João Alvadia, era um dos principais executivos da MDS Portugal e o facto de termos prescindido de alguém muito relevante para a operação portuguesa mostra a importância e o respeito com que tratamos o mercado africano”.

O CEO do grupo MDS salienta ainda que "em Angola somos já um broker de referência, o que é demonstrado pelos clientes que compõem a nossa carteira, pela sua dimensão e quantidade, pela relação que temos com as companhias, pelos serviços em que intervimos, desde o resseguro à área da formação, da gestão de risco e da corretagem, bem como pela equipa local que temos”.

Além disso, afirma, todos os recursos do grupo estão sempre ao dispor das suas empresas. "O Grupo MDS tem uma equipa muito forte do ponto de vista técnico, com elevadas competências na área do risco e seguros, que serve o grupo todo, em todas as geografias em que estamos presentes, sempre apoiada por equipas locais fortes”.
O responsável da MDS África, João Alvadia, faz o balanço do ano que passou: "Apesar da desaceleração da economia, 2016 foi o ano da consolidação da operação da MDS Angola. Assumimos hoje um posicionamento relevante face ao mercado segurador e empresarial. A equipa local foi reforçada através da contratação da Country Manager,
Ana Rebelo, e o objetivo é continuar a nossa aposta em recursos humanos qualificados, contando sempre com o suporte dos quadros do grupo MDS, o que acrescenta valor à operação”. 

Para 2017 avança estar prevista "a implementação do Proximity (ferramenta informática extremamente inovadora que permite aos clientes a gestão direta da sua carteira de seguros colocada com a MDS), já amplamente utilizado pela MDS Portugal. Vamos igualmente continuar a diferenciar‑nos pelo nosso papel de consultor, nomeadamente através do recurso às várias empresas do grupo, como a nossa empresa de gestão de risco, a Herco. O mercado segurador angolano, com uma penetração inferior a 1% do PIB, é um mercado com enorme potencial e grandes oportunidades de crescimento. Pretendemos continuar a crescer, continuando a partilhar know‑how e construindo uma relação de proximidade com os principais players do mercado angolano”.

Quanto a Moçambique, o gestor refere: "Iniciámos a operação em 2016, com a constituição da equipa, hoje liderada pela Country Manager, Angelina Nascimento.
Para 2017, embora o ambiente económico não seja o mais favorável, estamos confiantes de que não será diferente de Angola – esperamos dar o mesmo contributo para o mercado, e existe um enorme potencial de crescimento”.

João Alvadia termina com uma visão para África: "Estamos a olhar para outras regiões. A nossa primeira prioridade eram, naturalmente, os países de língua oficial portuguesa, mas existem outras oportunidades interessantes. O continente africano é um mercado com enorme potencial, onde aliás já atuamos através de parceiros da Brokerslink, da qual a MDS é acionista de referência”.
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